Três universidades dos EUA oferecem bolsas a estudantes internacionais; brasileiros podem concorrer

Universidade de Richmond
Estudar em uma universidade americana pagando pouco ou, em situações específicas, tendo quase todo o custo coberto não é uma possibilidade restrita a estudantes dos Estados Unidos. Brasileiros podem disputar vagas e auxílio financeiro diretamente com instituições americanas, mas bolsa, admissão e visto são etapas diferentes do processo.
Três universidades citadas em um conteúdo que circula nas redes sociais, University of Richmond, University of South Florida, USF, e University of Notre Dame, confirmam oficialmente que recebem estudantes internacionais. As três também possuem mecanismos de bolsas ou ajuda financeira acessíveis a estrangeiros.
O ponto que exige atenção está na palavra "integral". Não existe uma regra segundo a qual um brasileiro admitido nessas instituições automaticamente recebe bolsa completa. Cada universidade adota critérios próprios e a cobertura varia conforme o programa.
Em Richmond, existe uma oportunidade que efetivamente pode chegar a tuition, moradia e alimentação. Na USF, há bolsas competitivas por mérito e pelo menos um fundo com preferência explícita por brasileiros. Notre Dame segue outra lógica: avalia candidatos internacionais sem considerar inicialmente a capacidade de pagamento e promete atender 100% da necessidade financeira demonstrada dos alunos admitidos que se qualificarem para ajuda.
Para uma família brasileira, entender essas diferenças antes de começar a candidatura pode significar uma diferença de dezenas de milhares de dólares por ano.
O primeiro ponto é entender que estudar nos EUA não significa ganhar um Green Card
Uma aprovação universitária pode permitir que o brasileiro solicite o visto acadêmico correspondente, normalmente o F-1 para cursos universitários, mas isso não transforma o estudante em residente permanente.
O Departamento de Estado classifica o visto F como visto de não imigrante destinado à estadia temporária para estudo acadêmico. Para universidade ou college, essa é a categoria normalmente utilizada.
Por isso, estudar nos Estados Unidos pode ser uma porta de entrada acadêmica legal e temporária, mas não deve ser apresentado como uma forma automática de imigração permanente.
Depois de aceito por uma instituição autorizada pelo Student and Exchange Visitor Program, o estudante é registrado no sistema SEVIS e recebe da escola o Form I-20, documento fundamental para solicitar o visto.
A universidade vem primeiro. O visto vem depois.
University of Richmond pode cobrir tuition, moradia e alimentação
A University of Richmond, na Virgínia, aceita estudantes internacionais e permite que estrangeiros concorram às bolsas de mérito oferecidas aos candidatos de primeiro ano. A instituição mantém o Richmond Scholars Program, sua principal bolsa acadêmica.
O benefício pode cobrir 100% da tuition, moradia e alimentação e pode ser renovado por até oito semestres consecutivos, desde que o estudante permaneça elegível. A universidade informa que até 25 novos alunos podem receber o Richmond Scholars por turma.
A diferença financeira é grande.
Para o ano acadêmico de 2026 e 2027, Richmond estima um custo anual de US$ 92.320 para um aluno de graduação vivendo no campus. Desse total, US$ 70.725 correspondem à tuition, US$ 8.705 à moradia e US$ 10.110 à alimentação. Livros, despesas pessoais e outros custos estimados completam o orçamento.
Um estudante contemplado pelo Richmond Scholars, portanto, recebe cobertura sobre as três maiores despesas do orçamento universitário.
Isso não significa que qualquer candidato internacional receberá o benefício. A bolsa é altamente competitiva.
Para concorrer ao Richmond Scholars, o candidato de primeiro ano precisa enviar sua candidatura até 1º de dezembro. Não há formulário separado para a bolsa. Quem entrega a candidatura dentro do prazo é automaticamente considerado.
Como um brasileiro se candidata a Richmond
O processo começa pelas plataformas Common Application ou Coalition Application.
Richmond exige candidatura, redação suplementar da própria universidade, histórico escolar correspondente aos anos 9 a 11 do sistema americano, relatório da escola, pelo menos uma recomendação de funcionário da escola e notas de progresso do último ano.
Para candidatos que ingressarão em 2027, SAT e ACT são opcionais. Isso significa que o estudante pode escolher não apresentar essas provas sem ter a candidatura automaticamente desqualificada.
Há uma exigência adicional para muitos brasileiros.
Se o inglês não for a língua nativa do candidato, Richmond exige comprovação de proficiência por meio de provas como TOEFL, IELTS ou Duolingo English Test, salvo quando o estudante se enquadra em alguma das hipóteses de dispensa previstas pela universidade.
O calendário exige atenção. Early Decision I e Early Action têm prazo em 1º de novembro. O prazo crucial para quem pretende disputar Richmond Scholars é 1º de dezembro. Early Decision II e Regular Decision terminam em 1º de janeiro.
Para quem depende de bolsa, esperar até janeiro pode significar perder justamente a principal oportunidade de financiamento.
USF tem processo diferente e uma conexão direta com brasileiros
A University of South Florida é uma universidade pública com presença em Tampa e St. Petersburg. A instituição informa que seus estudantes internacionais representam 138 países.
O Brasil está representado dentro desse universo. A própria USF publicou em maio de 2026 a trajetória da brasileira Marina Richter, estudante internacional da instituição, e mantém registros institucionais de participação de brasileiros em sua comunidade acadêmica.
Isso permite confirmar uma parte importante do conteúdo das redes sociais: brasileiros efetivamente estudam na USF.
O que não pode ser afirmado com os dados públicos encontrados é que a universidade "aprova brasileiros todos os anos" em alguma quantidade específica. A USF não publicou, nas páginas verificadas para esta reportagem, uma estatística anual de admissões dividida por nacionalidade.
Há, porém, uma oportunidade voltada especialmente para essa comunidade.
A universidade mantém a We Are All One with BRASA at USF Scholarship. O fundo dá forte preferência a estudante internacional vindo do Brasil e também a integrante da BRASA, Brazilian Student Association, ou organização semelhante voltada a estudantes internacionais. A bolsa considera necessidade financeira e pode ser concedida por até dois semestres.
Ela é diferente das bolsas automáticas de admissão oferecidas pela USF.
Para o ingresso no verão ou outono de 2027, candidatos de primeiro ano que entregarem e completarem a candidatura até 15 de janeiro de 2027 entram automaticamente na avaliação para bolsas competitivas de mérito administradas pelo Office of Admissions. Não é necessária uma candidatura adicional para essas bolsas de admissão.
Quanto custa estudar na USF
A diferença de preço em relação a Richmond e Notre Dame é expressiva.
Para 2026 e 2027, a USF estima para um estudante de graduação classificado como não residente da Flórida e vivendo no campus um custo anual de US$ 40.134.
Nesse orçamento, tuition e taxas somam US$ 18.846. Moradia é estimada em US$ 9.638 e alimentação em US$ 5.770. A universidade calcula ainda livros, transporte e despesas pessoais.
É menos da metade do custo anual estimado por Richmond e Notre Dame antes da aplicação de bolsas e auxílio financeiro.
Isso ajuda a entender por que uma bolsa parcial na USF pode ser relevante. O valor da bolsa precisa sempre ser confrontado com o custo que permanecerá sob responsabilidade da família.
Como entrar na USF em 2027
Para candidatos internacionais de primeiro ano, o calendário de verão e outono de 2027 já está publicado.
O Early Action termina em 2 de novembro de 2026, com documentos complementares até 16 de novembro. O Regular Decision termina em 16 de dezembro, com materiais até 15 de janeiro de 2027. A universidade ainda prevê uma rodada Rolling com candidatura até 1º de março de 2027.
Quem pretende concorrer às bolsas automáticas de mérito não deve confundir o prazo final de admissão com o prazo para bolsa. Para entrar na consideração das bolsas de admissão, o processo precisa estar completo até 15 de janeiro.
A USF analisa o histórico acadêmico do ensino médio e recalcula o GPA, média escolar usada nos Estados Unidos, considerando principalmente disciplinas acadêmicas centrais.
Para a turma admitida no outono de 2026, a universidade publicou um perfil com SAT entre 1290 e 1420, ACT entre 28 e 32 e GPA recalculado entre 4,13 e 4,58 para os candidatos admitidos naquele período. Esses números descrevem a turma anterior e não funcionam como garantia de aprovação para 2027.
O estudante que concluiu o ensino médio fora dos Estados Unidos também precisa apresentar documentação que comprove a conclusão da educação secundária no país de origem, incluindo os registros acadêmicos solicitados pela universidade.
Notre Dame pode ser ainda mais interessante para quem precisa de ajuda financeira
A University of Notre Dame, em Indiana, custa caro antes do auxílio.
Para 2026 e 2027, a universidade calcula US$ 91.986 por ano em custo total estimado. São US$ 69.280 de tuition, US$ 514 em taxas obrigatórias, US$ 18.992 em moradia e alimentação, além de livros, transporte e despesas pessoais.
A política de auxílio financeiro muda completamente essa conta para alguns alunos.
Notre Dame informa que sua admissão para candidatos internacionais de graduação é need-blind. Em outras palavras, a capacidade da família de pagar a universidade não é considerada na decisão de aceitar ou rejeitar o estudante.
A instituição também afirma que atende 100% da necessidade financeira demonstrada de alunos de graduação, inclusive internacionais. Para solicitar essa ajuda, o candidato estrangeiro deve apresentar o CSS Profile, formulário usado por universidades americanas para avaliar a situação financeira da família.
Isso não significa que todo estudante frequente Notre Dame gratuitamente.
A universidade calcula quanto entende que a família consegue contribuir. A ajuda financeira cobre a diferença entre esse valor calculado e o custo determinado pela instituição. Renda, patrimônio, tamanho da família, número de familiares estudando e determinadas despesas entram nessa avaliação.
É por isso que duas famílias brasileiras com estudantes academicamente semelhantes podem receber pacotes financeiros diferentes.
Como um brasileiro se candidata a Notre Dame
Notre Dame aceita o Common Application e o Coalition Application.
O candidato internacional precisa enviar a candidatura e o suplemento de redação de Notre Dame, histórico oficial do ensino médio, avaliação de um professor, documentos escolares e, quando aplicável, comprovação de proficiência em inglês. A taxa de candidatura publicada pela universidade é de US$ 85, embora candidatos que comprovem necessidade financeira possam solicitar fee waiver pelas plataformas de candidatura.
Para quem não estudou predominantemente em inglês, a universidade aceita exames como TOEFL, IELTS, Duolingo English Test e PTE Academic. Notre Dame publica como referências recomendadas nota mínima 7,5 no IELTS e 125 no Duolingo English Test, além de parâmetros próprios para o TOEFL.
SAT e ACT permanecem opcionais dentro da política atualmente publicada para o ciclo indicado pela universidade. O candidato que apresentar determinados resultados nessas provas também pode obter dispensa do teste separado de proficiência em inglês, conforme as regras institucionais.
Os prazos publicados são 1º de novembro para Restrictive Early Action e 4 de janeiro para Regular Decision.
Quem pretende solicitar auxílio financeiro precisa incluir o CSS Profile no planejamento. Não basta ser admitido e somente depois descobrir como pagar.
Bolsa integral, full tuition e ajuda financeira não são a mesma coisa
Esse é um dos pontos mais importantes para uma família brasileira que começa a pesquisar universidades americanas.
Uma bolsa chamada full tuition paga integralmente a tuition, que corresponde ao valor acadêmico cobrado pela universidade. Ela não necessariamente cobre dormitório, alimentação, seguro, livros, transporte ou gastos pessoais.
Uma full ride, expressão usada no mercado educacional americano, normalmente indica um pacote muito mais amplo, que pode incluir as principais despesas para frequentar a instituição. A cobertura precisa ser conferida nas regras do programa específico.
O Richmond Scholars é um exemplo concreto de bolsa que ultrapassa tuition porque inclui também moradia e alimentação.
Notre Dame utiliza principalmente outra lógica para auxílio financeiro internacional. O valor é calculado conforme a necessidade financeira demonstrada da família, em vez de existir uma promessa de uma mesma bolsa integral para todo estrangeiro admitido.
Na USF, as bolsas automáticas de mérito são competitivas e limitadas. A universidade recomenda que o candidato complete o processo até o prazo específico de consideração para bolsas.
A pergunta correta, portanto, não é apenas "essa universidade dá bolsa?".
É: quanto essa bolsa cobre e quanto ainda ficará para minha família pagar?
O passo a passo para quem está começando no Brasil
Para um estudante que pretende começar a universidade americana em agosto de 2027, o planejamento precisa começar agora.
O primeiro movimento é verificar se o desempenho acadêmico acumulado no ensino médio é compatível com as instituições escolhidas. Não existe uma conversão simples e universal entre as notas brasileiras e o GPA americano. Cada universidade avalia o histórico dentro de suas próprias regras.
Depois vem a organização documental.
O estudante deve ter acesso ao histórico escolar completo, informações sobre as disciplinas cursadas e documentação de conclusão do ensino médio no momento apropriado. A universidade indicará se os documentos precisam ser enviados pela escola, traduzidos ou apresentados em formato específico.
A próxima etapa é o inglês.
Richmond e Notre Dame deixam claro que muitos candidatos cuja língua nativa não é inglês precisam demonstrar proficiência. Portanto, esperar chegar perto do prazo para fazer TOEFL, IELTS ou Duolingo pode colocar toda a candidatura em risco.
Depois entram as provas acadêmicas, quando exigidas ou estrategicamente úteis.
Na USF, os exames padronizados fazem parte do perfil acadêmico publicado pela universidade. Em Richmond, candidatos que entrarão em 2027 estão sob política test-optional. Notre Dame também mantém política test-optional no ciclo atualmente divulgado.
O estudante também precisa preparar a parte menos numérica da candidatura.
Richmond pede uma redação suplementar. Notre Dame exige seu Writing Supplement e recomendação de professor. Essas informações ajudam as universidades a avaliar a trajetória acadêmica e pessoal para além das notas.
O pedido de auxílio financeiro precisa caminhar junto com a candidatura, não depois dela.
Em Richmond, perder 1º de dezembro significa perder a consideração automática para Richmond Scholars. Na USF, não completar o processo até 15 de janeiro significa ficar fora da consideração para determinadas bolsas de mérito administradas pela admissão. Em Notre Dame, candidatos internacionais que querem auxílio baseado em necessidade devem apresentar o CSS Profile.
Só depois da aprovação e da análise financeira chega a hora de comparar propostas.
Uma universidade que oferece bolsa de US$ 20 mil pode continuar mais cara do que outra que oferece US$ 5 mil. A conta deve ser feita sobre o custo líquido final, não sobre o tamanho nominal da bolsa.
Precisa pagar uma agência de intercâmbio?
Não.
Nenhuma das três universidades verificadas nesta reportagem condiciona a candidatura de estudantes internacionais à contratação de uma agência de intercâmbio.
Richmond direciona o candidato ao Common App ou Coalition App. Notre Dame utiliza as mesmas plataformas. A USF mantém processo próprio para estudantes internacionais.
Isso não significa que contratar orientação seja inútil. Famílias podem escolher pagar consultoria para organização de documentos, estratégia acadêmica ou revisão de candidatura.
A diferença é que isso é opcional, não uma exigência das universidades.
O candidato também deve desconfiar de empresas que prometem bolsa garantida. A própria USF alerta para golpes de bolsas que pedem dados bancários ou informações pessoais como condição para acessar oportunidades.
Fui aprovado e ganhei bolsa. Como chego aos Estados Unidos?
A carta de admissão não substitui o visto.
Depois de aceitar a vaga e cumprir as exigências financeiras e administrativas da instituição, o estudante elegível precisa receber o Form I-20 da universidade. A escola registra o aluno no SEVIS, sistema federal que acompanha estudantes internacionais.
Com o I-20, o estudante paga a taxa SEVIS I-901 quando exigida e pode iniciar o pedido do visto F-1.
O próximo passo é preencher o DS-160, formulário eletrônico de solicitação de visto de não imigrante, e seguir as instruções para entrevista consular. A taxa de solicitação de visto de estudante publicada atualmente pelo Departamento de Estado é de US$ 185.
Na entrevista, o consulado pode solicitar comprovantes da preparação acadêmica, documentos escolares, resultados de provas exigidas pela universidade, informações sobre como o candidato pagará estudos e despesas de vida e evidências relacionadas à natureza temporária da estadia.
Outro detalhe evita um erro caro: o visto pode ser emitido até 365 dias antes do início do curso para novos estudantes, mas o aluno não pode entrar nos Estados Unidos com esse status mais de 30 dias antes da data de início do programa.
Ter o visto também não garante a admissão no território americano. A decisão final de entrada é tomada por agentes da Customs and Border Protection no porto de entrada.
E é possível trabalhar depois da faculdade?
O visto F-1 não concede residência permanente.
Estudantes F-1 elegíveis podem, em determinadas condições, solicitar modalidades autorizadas de treinamento ligadas à área de estudo, como o Optional Practical Training, OPT. O Departamento de Estado informa que o OPT é emprego temporário diretamente relacionado ao curso do estudante e exige os procedimentos de autorização aplicáveis.
Isso pode criar experiência profissional nos Estados Unidos, mas não deve ser confundido com garantia de permanência definitiva.
O planejamento migratório de longo prazo depende de outras categorias e das circunstâncias individuais de cada pessoa.
O que fazer agora se você pretende entrar em 2027
Quem está no Brasil e quer disputar uma vaga no próximo ciclo já deve começar pela seleção das universidades e pelo calendário.
Agosto e setembro são meses para organizar histórico escolar, avaliar proficiência em inglês, decidir sobre SAT ou ACT, escolher professores para recomendações e iniciar as redações.
Outubro e novembro concentram alguns dos primeiros prazos. Notre Dame fecha Restrictive Early Action em 1º de novembro. Richmond fecha Early Action no mesmo dia. A USF recebe Early Action até 2 de novembro.
Dezembro pode valer dezenas de milhares de dólares para um candidato forte: 1º de dezembro é o prazo do Richmond Scholars.
Na USF, a data de 15 de janeiro de 2027 é decisiva para completar a candidatura e permanecer na disputa pelas bolsas competitivas de mérito da admissão.
O estudante que não tem dinheiro para pagar o preço cheio não deveria usar isso como motivo para abandonar a pesquisa antes de aplicar.
Em Richmond, USF e Notre Dame, existem mecanismos reais de financiamento disponíveis a candidatos internacionais. O resultado depende do perfil acadêmico, das regras de cada programa e, em algumas modalidades, da situação financeira familiar.
O ponto de partida não é contratar uma agência.
É montar uma candidatura competitiva, cumprir os prazos de bolsa e fazer a conta completa antes de aceitar a vaga.
Jacy Abreu
Redatora do portal Vou Para América, com cerca de 30 anos de experiência na área de Comunicação. Ao longo da carreira, atuou em grandes empresas de mídia como América Online e Editora Abril. Possui ampla experiência em produção de conteúdo jornalístico e institucional, coordenação de projetos de comunicação e planejamento editorial. É fundadora da Lumepress Comunicação, agência de assessoria de imprensa.
Fontes e Créditos
A apuração utilizou páginas oficiais da University of Richmond, do Richmond Scholars Program, do Office of Financial Aid da University of Richmond, da University of South Florida, da página oficial de bolsas internacionais da USF, da bolsa We Are All One with BRASA at USF, da University of Notre Dame, do Office of Financial Aid de Notre Dame e do Departamento de Estado dos Estados Unidos. Informações verificadas em 17 de agosto de 2026.
Transparência Editorial
Esta matéria foi produzida a partir de um conteúdo publicado em redes sociais que citava Richmond, USF e Notre Dame como opções para brasileiros interessados em bolsas nos Estados Unidos. As afirmações foram verificadas individualmente em fontes oficiais. Não foi encontrada, nas bases públicas consultadas, confirmação institucional para alegações específicas do vídeo sobre quantos brasileiros seriam admitidos anualmente em determinadas universidades. Esses números, portanto, não foram apresentados como fatos. A disponibilidade, os valores e os critérios de bolsas podem mudar a cada ciclo acadêmico. O leitor deve confirmar as condições diretamente com a universidade antes de enviar a candidatura ou assumir compromissos financeiros.