Ohio lidera ranking dos estados mais preparados para receber a expansão da inteligência artificial nos EUA

Jacy Abreu20 de julho de 2026Economia
Ohio lidera ranking dos estados mais preparados para receber a expansão da inteligência artificial nos EUA

Ohio apareceu na primeira posição de um levantamento sobre os estados americanos mais preparados para receber novos data centers ligados à inteligência artificial. A lista, divulgada pela CNBC em julho de 2026, avaliou fatores como fornecimento de energia, disponibilidade de água, infraestrutura de transmissão e terrenos prontos para construção.

Virgínia, Illinois, Indiana e Arizona completaram as cinco primeiras posições. Michigan, Nova York, Tennessee, Pensilvânia e Carolina do Sul também entraram no grupo de dez estados destacados.

A classificação reflete uma mudança na disputa por investimentos tecnológicos nos Estados Unidos. Para instalar um grande data center, uma empresa precisa de mais do que incentivos fiscais e mão de obra. Os projetos exigem grandes volumes de eletricidade, acesso a redes de transmissão, conexão por fibra óptica, áreas industriais e sistemas de resfriamento.

A oferta de água também pesa, embora algumas empresas estejam adotando tecnologias de resfriamento que reduzem o consumo hídrico.

O ranking não mede salários, custo de vida, qualidade das escolas ou facilidade para conseguir emprego. Também não representa uma lista dos melhores estados para brasileiros morarem.

Ele mostra onde existem condições para receber infraestrutura de computação em grande escala.

Por que os data centers ganharam peso na disputa entre os estados

Sistemas de inteligência artificial dependem de grandes instalações com servidores e equipamentos de rede. Esses centros processam, armazenam e transferem os dados usados no treinamento e na operação dos modelos.

A demanda elétrica pode alcançar centenas de megawatts em um único complexo. Projetos ainda maiores são planejados em gigawatts, uma unidade normalmente associada a grandes usinas e redes regionais.

Isso mudou os critérios usados por empresas para escolher onde investir.

Um terreno barato perde valor quando a rede elétrica não consegue atender à carga. Um estado com energia abundante também pode enfrentar limitações quando não há linhas de transmissão, água disponível ou licenciamento ambiental compatível com o projeto.

A concentração dessas instalações já afeta o planejamento energético. A Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos informou que o consumo comercial de eletricidade aumentou rapidamente na Virgínia, puxado pelos data centers. A operadora regional PJM prevê que a área atendida pela Dominion Energy registrará o maior aumento absoluto de demanda máxima entre 2026 e 2030.

1. Ohio lidera com energia, terrenos industriais e um projeto de 10 gigawatts

Ohio ficou em primeiro lugar por reunir capacidade energética, disponibilidade de água e áreas preparadas para receber empreendimentos industriais.

O maior exemplo está em Piketon, no sul do estado. A SB Energy, empresa do grupo SoftBank, anunciou um campus de inteligência artificial em terrenos da antiga instalação federal de Portsmouth.

O Departamento de Energia dos Estados Unidos informou que o projeto prevê 10 gigawatts de capacidade de data center e outros 10 gigawatts de nova geração de energia. Desse total, 9,2 gigawatts seriam produzidos por usinas a gás natural. O investimento divulgado para a parte energética foi de US$ 33 bilhões.

O governo federal afirmou que o empreendimento poderia gerar 10 mil empregos durante a construção e mais de 2 mil postos permanentes. Esses números são projeções anunciadas pelo governo e pela empresa, não vagas já abertas.

Para brasileiros que trabalham na construção civil, eletricidade, climatização, segurança, logística ou manutenção industrial, projetos desse porte podem abrir contratos e processos seletivos.

Isso não significa contratação automática. Eletricistas, engenheiros e outros profissionais podem precisar de licença estadual, certificações técnicas e autorização legal para trabalhar nos Estados Unidos.

Ohio também enfrenta resistência local. O Legislativo estadual criou uma comissão para estudar os impactos econômicos, ambientais e de segurança dos data centers. Uma proposta de emenda constitucional para proibir novas construções chegou a ter seu título e resumo certificados pela Procuradoria-Geral do estado em março de 2026.

2. Virgínia tem o maior mercado, mas rede elétrica e recursos naturais estão sob pressão

A Virgínia permanece como uma das principais concentrações mundiais de data centers. O norte do estado, especialmente a região de Ashburn e do condado de Loudoun, abriga instalações conectadas a extensas redes de fibra óptica.

Um relatório da Assembleia Geral da Virgínia apontou entre as vantagens do estado a conectividade, a proximidade de grandes clientes, a disponibilidade histórica de energia e os incentivos tributários.

A mesma concentração criou problemas.

A demanda dos data centers passou a dominar parte do planejamento energético estadual. Novas linhas de transmissão e projetos de geração podem ser necessários para atender às cargas previstas.

Em 2026, a Virgínia aprovou regras que permitem às autoridades locais exigir estudos sobre o impacto de instalações com demanda prevista de pelo menos 100 megawatts. A avaliação pode incluir efeitos sobre águas subterrâneas e superficiais, áreas agrícolas, florestas, parques e locais históricos.

O estado também passou a discutir limites para o uso de água no resfriamento. Em áreas classificadas como sujeitas à escassez, novos centros deverão demonstrar a adoção de tecnologias mais eficientes, como circuito fechado, água reciclada ou resfriamento a ar.

Para o trabalhador, a Virgínia oferece um mercado mais estabelecido, com empresas de operação, manutenção, construção e suporte técnico. O custo de moradia no norte do estado, porém, pode reduzir a vantagem de salários maiores.

Antes de aceitar uma vaga, o candidato deve comparar o pagamento líquido com aluguel, deslocamento, seguro saúde e distância até o local de trabalho. Muitos complexos ficam em áreas suburbanas onde o automóvel é necessário.

3. Illinois combina energia nuclear e localização central

Illinois entrou na terceira posição. O estado conta com uma matriz elétrica que inclui forte participação de energia nuclear, além de geração eólica, redes de transmissão e acesso a água.

A região de Chicago também oferece conectividade, mão de obra especializada e proximidade com grandes empresas e mercados financeiros.

O governo estadual, porém, interrompeu o recebimento de novas solicitações para o programa de incentivos tributários a data centers a partir de 1º de julho de 2026. A suspensão foi determinada pelo governador em junho.

O programa concedia isenções de impostos estaduais e locais para instalações que cumprissem requisitos de investimento e emprego.

A pausa mostra que estar bem posicionado para receber projetos não significa oferecer incentivos sem limites. Illinois passou a discutir o consumo de eletricidade, a utilização de água e os benefícios efetivamente entregues às comunidades.

Projetos legislativos também propuseram relatórios anuais de consumo e restrições ao uso de fontes como o Aquífero Mahomet. As propostas precisam ser acompanhadas até a conclusão do processo legislativo e não devem ser tratadas como regras definitivas enquanto não entrarem em vigor.

Para brasileiros, Illinois pode apresentar oportunidades em Chicago e em áreas industriais próximas. O frio intenso aumenta a importância de calcular despesas de aquecimento, transporte e preparação do veículo durante o inverno.

4. Indiana oferece custos competitivos e espaço para novos projetos

Indiana ficou na quarta posição por combinar energia relativamente acessível, terrenos industriais, disponibilidade de água e localização próxima a grandes centros do Meio-Oeste.

A presença de rodovias, ferrovias e atividade industrial também favorece a construção de grandes complexos.

O estado tende a atrair projetos que procuram custos menores do que os encontrados em mercados consolidados. Isso pode gerar trabalho para empreiteiras, instaladores, operadores de equipamentos, técnicos elétricos e profissionais de climatização.

O cuidado está em separar anúncios de investimento de empregos permanentes.

A construção de um data center exige grande quantidade de trabalhadores durante a obra. Depois da inauguração, a operação costuma depender de equipes menores e especializadas.

Quem pensa em se mudar para Indiana por causa de um projeto específico deve procurar o endereço do empreendimento, o cronograma de construção, a empresa responsável pelas contratações e a quantidade de postos permanentes prometida nos documentos oficiais.

Também deve confirmar se o trabalho será executado diretamente pela operadora do data center ou por empreiteiras terceirizadas.

5. Arizona tem energia e terrenos, mas enfrenta limites de água

O Arizona apareceu na quinta posição. O estado já atraiu instalações tecnológicas por oferecer grandes terrenos, atividade econômica em expansão e acesso a fontes de energia.

A disponibilidade hídrica é o principal obstáculo.

Data centers podem usar água em sistemas de resfriamento, embora o volume varie conforme o projeto, o clima e a tecnologia adotada. Em um estado sujeito a secas e disputas sobre abastecimento, esse consumo recebe atenção de moradores e autoridades.

O calor também aumenta a complexidade do resfriamento durante parte do ano.

Para trabalhadores, a região metropolitana de Phoenix pode concentrar oportunidades em construção, eletricidade, manutenção e tecnologia. O aumento da população e dos investimentos, porém, também pode elevar aluguéis e deslocamentos.

O candidato deve evitar mudar de cidade com base apenas em uma promessa de investimento. A etapa de licenciamento pode durar meses ou anos, e projetos podem ser reduzidos, transferidos ou adiados.

6. Michigan dispõe de água e áreas industriais, mas precisa reforçar a rede

Michigan entrou no ranking por sua disponibilidade de água, presença industrial e oferta de áreas que podem ser reaproveitadas.

A experiência do estado com fábricas e cadeias de produção também cria uma base de trabalhadores técnicos e empresas fornecedoras.

A confiabilidade e a capacidade da rede elétrica aparecem como limitações. Um grande data center precisa de fornecimento constante e sistemas de redundância. Interrupções prolongadas podem causar perdas e comprometer operações.

A chegada de novos projetos pode criar contratos para empresas de engenharia, construção, sistemas elétricos, geradores, refrigeração e manutenção.

Para brasileiros, o custo de moradia em partes de Michigan pode ser menor do que no norte da Virgínia ou em Nova York. O inverno e os custos de aquecimento precisam entrar na conta.

Profissionais que trabalham com eletricidade, encanamento e climatização devem verificar as regras de licenciamento de Michigan antes de aceitar serviços por conta própria.

7. Nova York tem capacidade de transmissão, mercado técnico e novas restrições

Nova York entrou na seleção devido à sua infraestrutura elétrica, redes de transmissão e disponibilidade de profissionais qualificados.

O estado também concentra universidades, empresas de tecnologia e instituições financeiras que utilizam grandes volumes de processamento de dados.

Esse potencial convive com preocupações ambientais, tarifas elevadas e debates sobre licenciamento.

Em julho de 2026, o governo estadual anunciou uma pausa de um ano em novas permissões para data centers de inteligência artificial de grande escala, segundo reportagem publicada após a divulgação do ranking. O objetivo declarado foi preparar regras sobre efeitos ambientais, uso de água e confiabilidade da rede.

A medida mostra que a posição em um ranking pode mudar rapidamente quando governos alteram incentivos ou exigências.

Para brasileiros, Nova York oferece um mercado amplo, mas também custos elevados de moradia, impostos e transporte. As oportunidades podem aparecer fora da cidade de Nova York, especialmente em áreas com terrenos maiores e acesso à geração elétrica.

Antes de considerar uma mudança, o trabalhador deve confirmar em qual condado o projeto ficará. Dizer que uma vaga está em “Nova York” pode significar a cidade, os subúrbios ou uma região localizada a várias horas de distância.

8. Tennessee aposta em energia, universidades e integração com empresas

Tennessee apareceu na oitava posição por reunir disponibilidade de água, infraestrutura energética e colaboração entre governo, universidades e empresas.

O estado já tem tradição em logística, indústria e geração de energia. Essas atividades podem fornecer mão de obra e empresas para a construção de centros de processamento.

As oportunidades mais acessíveis nem sempre estarão em programação ou desenvolvimento de inteligência artificial.

Obras desse tipo contratam operadores de máquinas, instaladores, eletricistas, técnicos de rede, vigilantes, profissionais de limpeza especializada e equipes de manutenção.

A expansão também enfrenta oposição em algumas comunidades. Moradores podem questionar ruído, consumo de água, uso de geradores, tráfego de caminhões e incentivos fiscais concedidos a empresas.

Quem pretende trabalhar no setor deve acompanhar audiências municipais e documentos de planejamento. Esses registros indicam se o projeto está apenas em negociação, se recebeu autorização ou se já iniciou a construção.

9. Pensilvânia reúne geração de energia e terrenos próximos a grandes mercados

A Pensilvânia entrou no ranking por sua capacidade de geração elétrica, localização e proximidade com mercados do Nordeste e do Meio-Oeste.

O estado possui infraestrutura ligada a gás natural, energia nuclear e redes de transmissão. Antigas áreas industriais também podem ser reaproveitadas para novos complexos.

A posição geográfica permite atender empresas instaladas em Nova York, Nova Jersey, Ohio, Virgínia e Washington.

A instalação de data centers pode criar procura por profissionais de construção, energia, segurança e manutenção. Algumas regiões da Pensilvânia oferecem custo de moradia inferior ao das grandes áreas metropolitanas vizinhas.

O trabalhador deve verificar a distância entre sua residência e o empreendimento. Projetos instalados em zonas rurais ou antigas áreas industriais podem exigir longos deslocamentos.

Também é necessário observar se o investimento prevê geração própria de energia, expansão da rede pública ou construção de novas linhas. Cada modelo produz efeitos diferentes para consumidores e comunidades.

10. Carolina do Sul prepara terrenos para atrair investimentos

A Carolina do Sul fechou a lista dos dez estados. O destaque está na expansão dos programas de certificação de terrenos industriais.

Uma área certificada passa por avaliações prévias relacionadas a tamanho, acesso viário, serviços públicos e condições de desenvolvimento. Isso reduz parte do risco e do tempo necessário para uma empresa iniciar o processo de implantação.

O estado tem custo de operação competitivo e experiência na atração de indústrias. Sua capacidade energética, porém, é menor do que a encontrada entre os primeiros colocados.

A chegada de grandes cargas exigirá planejamento da rede e definição de quem pagará pela expansão.

Para brasileiros que vivem na Carolina do Sul ou nos estados vizinhos, os primeiros efeitos podem aparecer na construção civil e entre fornecedores locais. Os empregos permanentes dependerão do tamanho e do tipo de instalação.

Quais empregos podem surgir com a expansão

A construção de data centers envolve terraplenagem, concreto, estruturas metálicas, instalações elétricas, sistemas de refrigeração, geradores, redes de fibra óptica, segurança e controle de acesso.

Durante a operação, as empresas contratam técnicos de instalações, eletricistas, engenheiros, profissionais de redes, segurança física, manutenção e resposta a incidentes.

Os cargos mais especializados podem exigir diploma, experiência, certificações e domínio do inglês técnico.

O imigrante também precisa ter autorização de trabalho válida. O anúncio de um projeto ou a falta de profissionais em determinada função não cria direito a visto e não substitui os processos migratórios.

Promessas de emprego devem ser verificadas diretamente no site da empresa responsável ou da empreiteira contratada. Mensagens enviadas por contas pessoais, cobranças antecipadas e ofertas sem entrevista são sinais de risco.

Nenhuma empresa legítima precisa que o candidato pague para receber uma vaga.

O que o ranking não mostra

A lista não compara aluguel, seguro saúde, impostos, escolas, criminalidade ou transporte público.

Também não informa quantos empregos estarão disponíveis para cada profissão.

Um estado pode ter energia e terrenos para receber um data center, mas apresentar custo de vida alto ou poucas oportunidades para trabalhadores sem formação técnica. Outro pode oferecer moradia mais barata, mas exigir carro e longos deslocamentos.

A decisão de mudança deve considerar a etapa real do projeto.

Um anúncio não equivale a uma obra iniciada. Uma obra iniciada não garante milhares de empregos permanentes. Uma estimativa econômica também pode ser revista durante o licenciamento.

Como o brasileiro deve avaliar uma oportunidade

O primeiro passo é identificar quem é o proprietário do projeto e qual empresa fará a construção. Depois, o candidato deve consultar os portais oficiais de emprego dessas companhias.

O endereço da vaga precisa ser confirmado antes da mudança. Muitos projetos usam o nome de uma cidade conhecida, mas ficam em outro município ou condado.

O salário deve ser comparado com aluguel, transporte, seguro saúde, impostos e custo da energia. Uma oferta maior pode resultar em menor renda disponível quando a região exige carro, seguro automotivo caro e moradia distante.

Profissões regulamentadas exigem atenção adicional. Licenças de eletricista, engenheiro, encanador e técnico de climatização variam entre os estados.

O candidato não deve presumir que uma licença obtida na Flórida ou em Massachusetts será aceita automaticamente em Ohio, Virgínia ou Illinois.

A expansão pode chegar à conta de luz

Data centers consomem eletricidade continuamente. Quando a rede precisa de novas usinas, subestações e linhas de transmissão, surge uma disputa sobre a divisão dos custos.

Virginia aprovou medidas para proteger consumidores residenciais de despesas relacionadas à infraestrutura necessária para grandes instalações. O governo estadual afirmou que os data centers devem pagar sua parcela pelos investimentos energéticos.

Illinois suspendeu novas solicitações de incentivos enquanto avalia o consumo de energia e água. Ohio criou uma comissão legislativa para discutir os efeitos da expansão.

Esses movimentos mostram que o benefício econômico não é o único critério.

Para moradores, a pergunta prática é se as empresas pagarão pelas obras exigidas por suas instalações ou se parte do custo será incorporada às tarifas gerais.

O que fazer antes de mudar de estado por causa da inteligência artificial

O brasileiro deve procurar vagas reais, e não apenas anúncios de bilhões de dólares. Também precisa calcular o custo mensal completo da mudança e verificar licenças profissionais.

Projetos públicos deixam registros. Autorizações ambientais, audiências municipais, acordos de desenvolvimento e documentos de incentivos ajudam a confirmar se a instalação avançou.

A expansão da inteligência artificial cria oportunidades, mas boa parte delas estará na infraestrutura que mantém os sistemas funcionando. Construção, energia, redes e refrigeração podem empregar mais pessoas localmente do que o desenvolvimento dos próprios modelos.

Ohio liderou a seleção por reunir as condições físicas exigidas por essa indústria. Para o trabalhador, o melhor estado será aquele onde existir uma vaga confirmada, salário compatível com o custo de vida e possibilidade legal de exercer a profissão.

Jacy Abreu

Jacy Abreu

Redatora do portal Vou Para América, com cerca de 30 anos de experiência na área de Comunicação. Ao longo da carreira, atuou em grandes empresas de mídia como América Online e Editora Abril. Possui ampla experiência em produção de conteúdo jornalístico e institucional, coordenação de projetos de comunicação e planejamento editorial. É fundadora da Lumepress Comunicação, agência de assessoria de imprensa.

Fontes e Créditos

Esta matéria foi produzida com base no levantamento publicado pela CNBC e reproduzido pelo Times Brasil, em documentos do Departamento de Energia dos Estados Unidos, da Administração de Informação de Energia, do Departamento de Comércio e Oportunidades Econômicas de Illinois, da Assembleia Geral da Virgínia e de órgãos legislativos de Ohio. As estimativas de empregos do projeto de Piketon foram divulgadas pelo governo federal e pelos responsáveis pelo empreendimento. Elas representam projeções e não vagas efetivamente contratadas.

Transparência Editorial

O ranking avalia a capacidade dos estados para receber infraestrutura de inteligência artificial. Ele não classifica os melhores estados para morar, trabalhar ou imigrar. As informações foram verificadas em 19 de julho de 2026. Projetos de data centers, incentivos fiscais, licenças e propostas legislativas podem mudar após esta data. O Vou pra América não recebeu pagamento das empresas, dos governos ou dos estados mencionados para produzir esta matéria.

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